19 de nov de 2013

A nova era da inovação é a descentralização do conhecimento e da gestão nos negócios

Quando falamos sobre a nova era da informação, muitos teóricos e filósofos, afirmam que vivemos numa era da perda de sentido ou valor real das atitudes e processos em todos os ciclos da vida moderna. Do mesmo modo, quando aplicamos a nova era da informação para o mundo dos negócios, conseguimos comparar a complexidade de dados e conhecimento que uma pessoa hoje possui em comparação com o estilo de vida de 20 anos atrás. É fato que a relação das mudanças, é impactante em todos os setores, seja ele na medicina, tecnologia, comportamento e etc. O que ocorre nesse caso, é que a relação de mudanças, ocorrem também e principalmente na gestão do conhecimento e na gestão empresarial de qualquer tipo de negócios, seja ele de pequeno a grande porte.

Quando trabalhamos com a mente centralizadora, ou seja, centralização de poder absoluto e de conhecimento gerencial, nós estamos limitando a capacidade intelectual da inteligência coletiva. Ou seja, deixamos de trabalhar com a colaboração dos meios e pessoas, para centralizar toda a inteligência do gerador de novos caminhos, em apenas uma pessoa, produto ou serviço. Praticamente, e diretamente, isso pode ser associado a uma inteligência egoísta na gestão empresarial. 

Quando um processo se integra com outra parte de processo, ou por exemplo, quando uma tecnologia se integra com a gestão de outra tecnologia, mas não permite ao gerenciador desta tecnologia uma auto-customização, ou uma forma de adequação pessoal no meio do processo, essa gestão de interfaces e tecnologias, passa a ser uma inteligência centralizadora, limitada e completamente ineficaz.

Quando tratamos uma tecnologia X, podemos como premissa considerar que antes da efetiva ativação de sua atividade, são realizados testes que validarão sua funcionalidade. Por exemplo, imagine um maçaneta de porta, ela foi criada junto com a porta para que funcionasse. Ocorrendo em sua vida útil, um acidente ou troca de percurso, se a maçaneta foi fixada a porta de forma que não pudesse ser trocada, se invalidaria toda a utilidade da porta. 

Essa analogia, é aplicada em todas as possibilidades de criação de produtos permanentes, tecnologias etc. No entanto, alguns dirão, mas se a maçaneta quebrar, ela pode ser trocada com a porta inteira e resolveremos o problema. Okay!

Você pode trocar a porta inteira. mas  te pergunto, você como fornecedor, possui capacidade física para trocar todas as portas de seus clientes já que as casas agora possuírão novas regras exigidas pelo inmetro, por exemplo?

Obviamente, que todo e qualquer fornecedor, não gostaria de ter tantos problemas com gestão do atendimento, ou seja o SAC. Nesse caso, a descentralização da gestão do produto é o caminho mais eficaz para gerenciamento do conhecimento e empresarial que se tenha no mercado. 

Prever soluções a longo prazo que se adequem a maior flexibilidade de correção, parece que não é uma tarefa fácil para muitas empresas. No entanto, não é impossível. Assim, como realizamos um plano de negócios para toda e qualquer empresa, é necessário que o planejamento da empresa, possa imputar problemas futuros que ocorrerão na gestão empresarial. Ou seja, o gerenciamento inteligente, irá descentralizar a correção de problemas em seus produtos, de forma que seus produtos e serviços, sejam facilmente gerenciados com outras interfaces e assim seu produto poderá ter maior escalabilidade.

Um rápido exemplo para aumentar a descentralização nesta nova era, é disponibilizar manuais de uso de um produto ou serviço diretamente ao usuário do produto ou sistema. O acesso mais fácil a essa informação, poderá poupar horas de atendimento no SAC da empresa, além de gerar economia a longo prazo. 


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